domingo, 10 de março de 2013

Considerações sobre mudanças alimentares na transição planetária

Muitos têm reportado algumas mudanças alimentares neste últimos períodos. Alguns sentem a necessidade de começar a comer determinados alimentos, outros não toleram mais outros tantos...

Nosso propósito é trazer aqui algumas reflexões sobre o tema, considerando, em perspectiva, nossa própria experiência pessoal.

Bem, a primeira questão que temos a dizer é que nosso corpo vêm de fato passando por mudanças, como há algum tempo divulgado em diversas mensagens canalizadas. Estas mudanças atuam no nível genético, e se expressam em nossos corpos sutis e físico.

Um dos primeiro fatores que tenderá a ser abandonado na alimentação humana como um todo no processo de transição é o consumo da carne. Normalmente esta é a primeira "restrição" que aparece quando alguém começa a sentir as energias mais sutis da mudança. O consumo de carne implica na morte de animais, nossos irmãos em evolução, e as pessoas passam a não mais aceitar ou conseguir conviver com esta "matança". É como se um processo de empatia começasse a se estabelecer, de forma que as pessoas passam a não conceber mais se alimentar destes seus irmãos. Vale destacar, ainda, que a alimentação que tem como base a carne tem criado uma relação de sofrimento e medo do reino animal com o homem e um energia de luta pela sobrevivência e agressividade que perpassa este reino, fatores que não terão mais espaço numa "Nova Terra", em que todos os seres passarão a viver em harmonia.

Apenas para fazer um parêntese, de fato, hoje, depois de 7 anos vivendo como vegetariano e pesquisando sobre o tema, vejo que existe apenas um argumento que se pode levar em consideração para a manutenção de uma dieta canívora: a satisfação de um hábito individual (paladar) e de um rito social, com maior peso para o primeiro ponto. Socialmente é possível se viver tranquilamente depois que os outros aceitam sua escolha, mas o vício do paladar (que muitas vezes se estende para o organismo como um todo) pode ser difícil de mudar na medida em que as pessoas não desejam isto.

Mas como dizíamos, há diversas mudanças que vêm se processando em alguns indivíduos. Pessoalmente, por exemplo, tenho apresentado uma restrição aos alimentos cozidos e ao leite, além dos produtos industrializados. Isto se acentuou especialmente depois que comecei a meditar e a realizar o trabalho de ancoramento da luz numa base mais regular.

Falando um pouco sobre estas restrições, a última delas (produtos industrializados) é um tanto mais óbvia para a maioria das pessoas, já que a questão dos malefícios desta alimentação já é largamente discutida, em diversos círculos. No que se refere à alimentação crua, considera-se que os alimentos tem uma grande quantidade de substâncias e de vitalidade que são destruídos quando se os submete ao cozimento (veja alguns artigos muito esclarecedores sobre crudivorismo no site Centro Vegetariano). Um pouco disto também ocorre com os produtos industrializados, por serem excessivamente processados. Já o leite (e outros produtos de origem animal), além de ter a energia mais densa tipicamente dos animais, traz consigo, também, a energia do sofrimento animal durante a produção, que fica "embutida" nele.

É importante ressaltar que este processo de mudança, na maioria dos casos, é natural. O mecanismo é o de "afinação" da nossa alimentação com as necessidades do organismo. Ou seja, quando começamos a perceber as mudanças e prestar atenção no nosso corpo naturalmente podemos deixar de comer carne, alterando dieta até se chegar a uma alimentação mais próxima da crudívora. De fato, acho que se nós tivéssemos este hábito de "escutar" o nosso corpo, muito provavelmente já teríamos feito este percurso há muito tempo (ou talvez nunca o teríamos desfeito em outras eras!). A diferença é que agora, com a intensificação das mudanças físicas e energéticas do planeta, ficará cada vez mais difícil mantermos hábitos incompatíveis com as novas necessidades que estamos ou estaremos experimentando!



Antes de ir adiante, queria dizer que, ao contrário do que se pensa ordinariamente (e segundo os paradigmas dominantes no nosso mundo), é que comer menos e ter uma alimentação mais crua não nos deixa mais debilitados ou cansados. No meu caso, posso atestar que se passa o contrário, tendo muito menos cansaço, mais disposição e menos sono (outras fontes também demonstram isto, vejam no link informado acima; devo dizer, entretanto, que há um período de transição e de limpeza na mudança que nos debilita um bocado). Devo dizer também que hoje tenho menos peso, que, embora possa ser desejável para muitos, no meu caso é um problema, pois sou um indivíduo magro :-). (àqueles que se preocupam com isto - e agradeço a preocupação - podem ficar tranquilos pois meu peso já parou de baixar há alguns meses :-), e tenho como meta recuperar um pouco dele, através da reprogramação do meu bio-sistema que age sempre neste sentido - de emagrecimento - desde a minha tenra infância).

Este resultado (de maior vitalidade) é especialmente verdadeiro se adicionarmos a esta nutrição física um outro tipo, que atende a todas as necessidades do nosso bio-sistema. Isto rompe com a ideia, inclusive, de que são necessários suplementos vitamínicos para complementar uma "falta" que este tipo de alimentação ocasionaria (sobre este ponto que falaremos mais um pouco logo em seguida). De fato, o que se dá é precisamente o contrário: uma alimentação desequilibrada (num amplo sentido) é que gera as faltas e necessidades não satisfeitas no nosso organismo.


Para além do crudivorismo - o Viver de Luz

Bem, de fato o crudivorismo não é a última fronteira a ser alcançada em termos de nutrição na nossa realidade terrena. Há um grupo de indivíduos (a esta altura já relativamente grande) que adota um tipo de alimentação que, de fato, não é nova (na Índia já é aplicada há muito tempo pelos mestres yogues e era normal na Terra há muito tempo atrás): a nutrição pela luz (prana, chi, fluido cósmico universal ou várias outras designações que já foram dadas para a energia essencial que nutre todo o universo), sem a ingestão de alimentos sólidos, nem líquidos, apenas água (e, em alguns casos nem isto).



Uma das grandes estimuladoras desta nutrição no mundo ocidental é a australiana Jasmuheen (veja aqui o seu site). Recomendo, para quem desejar tentar este caminho (ou se sente, pelo menos, fortemente inclinado a conhecê-lo), que leia os seus livros, que contam com versão em português. Em especial, o livro "Alimento dos Deuses" traz diversas técnicas para uma transição suave e para preparar gradualmente o seu corpo para a alimentação prânica. Já o livro "Viver de Luz" propõe um caminho mais radical para quem já se sente muito atraído ou relativamente preparado para a experiência.

Passei a experimentar as técnicas divulgadas por Jasmuheen e deve confessar que elas tem me ajudado muito com relação à ampliação do nível energético (mais disposição e menos cansaço), a sentir menor forme e menor necessidade de sono. Recentemente fiz também uma bateria exames que demonstrou que meus "indicadores físicos" de saúde estão todos dentro da normalidade.

Bem, uma última reflexão aqui é no sentido de reforçar que estas mudanças devem ser encaradas como um processo natural dentro de cada indivíduo, na medida em que ele sinta que deva ou possa fazer quaisquer uma delas. Também este texto não tem o propósito de apontar um "caminho certo" com relação à alimentação, já que isto (o "certo") é nada mais que uma escolha individual dentre as muitas possibilidades de nutrição (que são sempre certas, se considerarmos a ótica divina da evolução; entretanto, leve em conta que algumas decisões, não são compatíveis com a "Nova Terra", ou seja, terão de ser realizadas em outro lugar no futuro!). Ao contrário, este artigo se propõe apenas para servir de apoio àqueles que estejam sentindo algo parecido ou que devem buscar esta mudança na sua nutrição. Todas estas mudanças, entretanto, devem ser encaradas com leveza, senão seus benefícios podem ser suplantados pelos custos emocionais que ela provoca. No meu próprio caso, por exemplo, não adoto (ainda!) uma alimentação estritamente crudívora, já que como eventualmente alguns derivados de leite e alguns legumes cozidos.

De qualquer forma, o melhor conselheiro para nós mesmos em quaisquer das ações é o nosso Eu Interior (ou Supra-consciência, Eu Superior, Divindade Interior, etc...) que é nossa expressão mais elevada, fagulha divina conectada à Fonte que tudo sabe!

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